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	<title>Comments on: Brasil no século XXI?</title>
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	<description>"Gramátcas são de papel e apodrecem, idéias são para sempre."</description>
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		<title>By: Rodrigo Fernandes</title>
		<link>http://www.caelis.blog.br/2009/10/07/brasil-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-243</link>
		<dc:creator>Rodrigo Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 21:57:06 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;a href=&quot;#comment-241&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Gerson Lopes  &lt;/a&gt; 

Tem razão cara, com um aumento salarial corrigido através da inflação mantem a renda real do trabalhador em contrapartida aumenta o nível de preços, mas isso é um ciclo inevitável e eu concordo plenamente com essa politica de aumento de salários corrigida pela inflação</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="#comment-241" rel="nofollow">@Gerson Lopes  </a> </p>
<p>Tem razão cara, com um aumento salarial corrigido através da inflação mantem a renda real do trabalhador em contrapartida aumenta o nível de preços, mas isso é um ciclo inevitável e eu concordo plenamente com essa politica de aumento de salários corrigida pela inflação</p>
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		<title>By: Leonardo Monteiro</title>
		<link>http://www.caelis.blog.br/2009/10/07/brasil-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-242</link>
		<dc:creator>Leonardo Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 20:12:17 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;a href=&quot;#comment-241&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Gerson Lopes &lt;/a&gt; 
Fala Gerson,

Pois eu peguei a informação no Estadão, enfim a renda é familiar, se a empregada aqui em casa ganha por volta de 1000 reais, ela precisa de mais 115 reais pra completar a renda na familia e virar classe média, a minha crítica não é quanto ao crescimento economico do país e muito menos ao crescimento de poder aquisitivo da população, pois isso realmente ocorreu, a critica é quanto ao modo como isso é tratado, parece que 32 milhões ficaram ricos, não é isso. Isso que eu quis expor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="#comment-241" rel="nofollow">@Gerson Lopes </a><br />
Fala Gerson,</p>
<p>Pois eu peguei a informação no Estadão, enfim a renda é familiar, se a empregada aqui em casa ganha por volta de 1000 reais, ela precisa de mais 115 reais pra completar a renda na familia e virar classe média, a minha crítica não é quanto ao crescimento economico do país e muito menos ao crescimento de poder aquisitivo da população, pois isso realmente ocorreu, a critica é quanto ao modo como isso é tratado, parece que 32 milhões ficaram ricos, não é isso. Isso que eu quis expor.</p>
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		<title>By: Gerson Lopes</title>
		<link>http://www.caelis.blog.br/2009/10/07/brasil-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-241</link>
		<dc:creator>Gerson Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 18:14:03 +0000</pubDate>
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		<description>Queridos amigos, me perdoem pela demora nas respostas. É que eu ainda não estou familiarizado com essa nova ferramenta. Achei muito legal o comentário de vocês, já que meu objetivo é que a discução a respeito dos FATOS citados no texto, seja algo intenso. Acho importantíssimo a discução sadia sobre assuntos relacionados ao nosso cotidiano e a nosso país e mundo de uma forma geral, pois só assim poderemos chegar a um país melhor. 
Sei também, que muitas pessoas leram o meu post e gostaram (algumas concordaram outras não) mas seria legal que essas mesmas também comentassem para que haja um debate mais amplo.

Bem, respondendo aos comentarios ai escritos, o que mais me chamou a atenção foi o do Leo. Bem, eu sinceramente, expus fatos. Números! Com os quais não há contestação. Obviamente que os critérios que os mesmos são feitos, há e deve haver sempre um questionamento. O Leo mostrou números diferentes dos quais eu vi no critério usado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Para entendimento geral, vou copiar o texto:

&quot;Pelos critérios da FGV, compõem a classe AB quem tem renda domiciliar superior a R$ 4.807; entre R$ 1.115 e 4.806, estão os integrantes da classe C; com renda domiciliar de R$ 768 a 1.114, estão o brasileiros da classe D; e finalmente, quem tem renda domiciliar inferior a R$ 768 está na classe E.&quot;

Fonte: www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u626987.shtml

O Leo diz para a gente que a serviçal que trabalha em sua casa, pertence a classe &quot;média - média&quot;, classe C, ou seja ganha no MÍNIMO R$ 1.115. Com todo o respeito, Leo, eu gostaria de trabalhar na sua casa.
Enfim, ele como muitas outras pessoas, devem discordar desses números. Eu realmente não discordo, já que é FATO que no governo Lula o salário mínimo vem aumentando em escala muito superior ao aumento da inflação. Sendo assim, o trabalhador comum, assalariado, contribuinte, continua com um ganho real em sua &quot;renda&quot; (essa é a praia do Dentinho, ele pode explicar melhor).

Quanto ao bolsa família (que eu nem citei no meu post, mas o cojurito comentou a respeito), não irei comentar a fundo, já que isso é uma questão de opinião. Acho um bom programa, já que depois da previdencia social é o programa de maior redistribuição de renda que existe nesse país (para verem como as classes sociais no nosso país são, infelizmente, tão distintas).

Para encerrar, incentivo a todos, independente de suas opiniões a respeito dos fatos citados, a comentar, se expressar da forma que melhor se enquadrar ao perfil de cada um, já que aqui, niguém é especialista. Estamos apenas tentando solidificar as nossas bases, que já temos, nos quesitos relacionados ao nosso país.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Queridos amigos, me perdoem pela demora nas respostas. É que eu ainda não estou familiarizado com essa nova ferramenta. Achei muito legal o comentário de vocês, já que meu objetivo é que a discução a respeito dos FATOS citados no texto, seja algo intenso. Acho importantíssimo a discução sadia sobre assuntos relacionados ao nosso cotidiano e a nosso país e mundo de uma forma geral, pois só assim poderemos chegar a um país melhor.<br />
Sei também, que muitas pessoas leram o meu post e gostaram (algumas concordaram outras não) mas seria legal que essas mesmas também comentassem para que haja um debate mais amplo.</p>
<p>Bem, respondendo aos comentarios ai escritos, o que mais me chamou a atenção foi o do Leo. Bem, eu sinceramente, expus fatos. Números! Com os quais não há contestação. Obviamente que os critérios que os mesmos são feitos, há e deve haver sempre um questionamento. O Leo mostrou números diferentes dos quais eu vi no critério usado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Para entendimento geral, vou copiar o texto:</p>
<p>&#8220;Pelos critérios da FGV, compõem a classe AB quem tem renda domiciliar superior a R$ 4.807; entre R$ 1.115 e 4.806, estão os integrantes da classe C; com renda domiciliar de R$ 768 a 1.114, estão o brasileiros da classe D; e finalmente, quem tem renda domiciliar inferior a R$ 768 está na classe E.&#8221;</p>
<p>Fonte: www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u626987.shtml</p>
<p>O Leo diz para a gente que a serviçal que trabalha em sua casa, pertence a classe &#8220;média &#8211; média&#8221;, classe C, ou seja ganha no MÍNIMO R$ 1.115. Com todo o respeito, Leo, eu gostaria de trabalhar na sua casa.<br />
Enfim, ele como muitas outras pessoas, devem discordar desses números. Eu realmente não discordo, já que é FATO que no governo Lula o salário mínimo vem aumentando em escala muito superior ao aumento da inflação. Sendo assim, o trabalhador comum, assalariado, contribuinte, continua com um ganho real em sua &#8220;renda&#8221; (essa é a praia do Dentinho, ele pode explicar melhor).</p>
<p>Quanto ao bolsa família (que eu nem citei no meu post, mas o cojurito comentou a respeito), não irei comentar a fundo, já que isso é uma questão de opinião. Acho um bom programa, já que depois da previdencia social é o programa de maior redistribuição de renda que existe nesse país (para verem como as classes sociais no nosso país são, infelizmente, tão distintas).</p>
<p>Para encerrar, incentivo a todos, independente de suas opiniões a respeito dos fatos citados, a comentar, se expressar da forma que melhor se enquadrar ao perfil de cada um, já que aqui, niguém é especialista. Estamos apenas tentando solidificar as nossas bases, que já temos, nos quesitos relacionados ao nosso país.</p>
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		<title>By: Rodrigo Fernandes</title>
		<link>http://www.caelis.blog.br/2009/10/07/brasil-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-240</link>
		<dc:creator>Rodrigo Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 19:22:33 +0000</pubDate>
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		<description>Acredito que o Meireles e o Mantega estão fazendo um papel fundamental para o Brasil ser o que é hoje, mas existem tópicos importantes a serem resolvidos no Brasil e um deles é a reforma fiscal, a alta tributação e os recuros sendo péssimamente realocados entrava demais o Brasil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que o Meireles e o Mantega estão fazendo um papel fundamental para o Brasil ser o que é hoje, mas existem tópicos importantes a serem resolvidos no Brasil e um deles é a reforma fiscal, a alta tributação e os recuros sendo péssimamente realocados entrava demais o Brasil.</p>
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		<title>By: Rodrigo Fernandes</title>
		<link>http://www.caelis.blog.br/2009/10/07/brasil-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-239</link>
		<dc:creator>Rodrigo Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 19:18:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.caelis.blog.br/?p=354#comment-239</guid>
		<description>Concordo com você sobre a diversificação dos nossos clientes, realmente é importante para qualquer pais tal medida, mas ela não foi determinante para o Brasil sentir com uma intensidade menor a crise mundial.

A crise do subprime se deu principalmente pelo &quot;calote&quot; oriundo do aumento da taxa de juros, mas esse aumento da taxa de juros era previsto por contrato, o problema é que esses papaeis podres de hipotecas rodaram pelos bancos americanos e europeus, o que causou esse buraco todo, uma divida estava repartida em mil, ou seja uma divida de todos.

Sobre a diversificação de mercado, ela é importante sim, mas o mundo ainda é muito dependente dos eua, simplesmente pelo EUA ser o pais que mais consome no mundo, ou seja ele indiretamente prejudica um mercado aliado seu e consequentemente arrasta seu produto também para baixo, o mercado tem reação e cadeia e logicamente quando o mais poderoso passar por momento ruim, os demais tenderao ao mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com você sobre a diversificação dos nossos clientes, realmente é importante para qualquer pais tal medida, mas ela não foi determinante para o Brasil sentir com uma intensidade menor a crise mundial.</p>
<p>A crise do subprime se deu principalmente pelo &#8220;calote&#8221; oriundo do aumento da taxa de juros, mas esse aumento da taxa de juros era previsto por contrato, o problema é que esses papaeis podres de hipotecas rodaram pelos bancos americanos e europeus, o que causou esse buraco todo, uma divida estava repartida em mil, ou seja uma divida de todos.</p>
<p>Sobre a diversificação de mercado, ela é importante sim, mas o mundo ainda é muito dependente dos eua, simplesmente pelo EUA ser o pais que mais consome no mundo, ou seja ele indiretamente prejudica um mercado aliado seu e consequentemente arrasta seu produto também para baixo, o mercado tem reação e cadeia e logicamente quando o mais poderoso passar por momento ruim, os demais tenderao ao mesmo.</p>
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		<title>By: Leonardo Monteiro</title>
		<link>http://www.caelis.blog.br/2009/10/07/brasil-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-237</link>
		<dc:creator>Leonardo Monteiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 13:42:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.caelis.blog.br/?p=354#comment-237</guid>
		<description>Não vamos nos enganar com números absolutos né, essa 32 milhões de pessoas que subiram para a classe média, de quanto é sua renda mensal? Vale lembrar que no Brasil a classe média ou classe C inclui aqueles que tem renda familiar mensal entre R$ 1.064 e R$ 4.591, ou seja a minha empregada virou classe média, um estagiário da vale virou classe média.

E leviano demais dizer que o Brasil não sentiu a crise, os investimentos estrangeiros cairam absurdamente, o superavit quase nao existiu, a previsao de crescimento no ano nao passa de 1%, entao pera la.
Qual a comparaçao que nos cismamos em fazer? A comparaçao com paises que possuem uma economia extremamente equilibrada e desenvolvida, quando existe uma crise são esses paises que vao sofrer, pois é deles que o dinheiro vai sair para entrar em outros mercados que pagam melhor.

O Bolsa familia foi a maior merda que o Lula fez, juntar todos os programas diferenciados que o governo FHC montou como Bolsa Escola, etc e juntar num so programa, para fastar assim a fiscalizaçao a obrigaçao da pessoa que o recebe em colocar o filho na escola, procurar emprego e etc.

Com isso, apesar do presidente dizer o contrario, criamos mamadores de teta, sim, aqueles que vao pra sempre ficar sugando esse dinheiro do bolsa familia sem nunca tentar arranjar um emprego, um estudo, etc.

O que falta no Brasil, no âmbito social e educacional é exatamente o que o Rodrigo disse, incentivo financeiro para aqueles que estudam, eu conheço pessoas da chamada classe media que nao podem se dar a luxo de estudar pois o horário de emprego é inconveniente, assim ficam escravizadas pelo trabalho e impedidas de estudar pois se optarem por estudar serão no mínimo 5 anos sem dinheiro, sofrendo para ai sim tentar algo melhor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não vamos nos enganar com números absolutos né, essa 32 milhões de pessoas que subiram para a classe média, de quanto é sua renda mensal? Vale lembrar que no Brasil a classe média ou classe C inclui aqueles que tem renda familiar mensal entre R$ 1.064 e R$ 4.591, ou seja a minha empregada virou classe média, um estagiário da vale virou classe média.</p>
<p>E leviano demais dizer que o Brasil não sentiu a crise, os investimentos estrangeiros cairam absurdamente, o superavit quase nao existiu, a previsao de crescimento no ano nao passa de 1%, entao pera la.<br />
Qual a comparaçao que nos cismamos em fazer? A comparaçao com paises que possuem uma economia extremamente equilibrada e desenvolvida, quando existe uma crise são esses paises que vao sofrer, pois é deles que o dinheiro vai sair para entrar em outros mercados que pagam melhor.</p>
<p>O Bolsa familia foi a maior merda que o Lula fez, juntar todos os programas diferenciados que o governo FHC montou como Bolsa Escola, etc e juntar num so programa, para fastar assim a fiscalizaçao a obrigaçao da pessoa que o recebe em colocar o filho na escola, procurar emprego e etc.</p>
<p>Com isso, apesar do presidente dizer o contrario, criamos mamadores de teta, sim, aqueles que vao pra sempre ficar sugando esse dinheiro do bolsa familia sem nunca tentar arranjar um emprego, um estudo, etc.</p>
<p>O que falta no Brasil, no âmbito social e educacional é exatamente o que o Rodrigo disse, incentivo financeiro para aqueles que estudam, eu conheço pessoas da chamada classe media que nao podem se dar a luxo de estudar pois o horário de emprego é inconveniente, assim ficam escravizadas pelo trabalho e impedidas de estudar pois se optarem por estudar serão no mínimo 5 anos sem dinheiro, sofrendo para ai sim tentar algo melhor.</p>
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	<item>
		<title>By: Rodrigo Souza</title>
		<link>http://www.caelis.blog.br/2009/10/07/brasil-no-seculo-xxi/comment-page-1/#comment-236</link>
		<dc:creator>Rodrigo Souza</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 02:11:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.caelis.blog.br/?p=354#comment-236</guid>
		<description>Bom. Quanto ao investimento social, é preocupante a notícia divulgada hoje, de que a taxa de anafalbetismo decresce em ritmo muito abaixo do esperado, apesar do acesso a escola estar mais fácil.
O bolsa família tem ajudado muita gente, e também é passível de falhas conhecidas e divulgadas amplamente, porém, acredito que um projeto semelhante e melhor embasado para evitar falhas que levem a corrupção, poderia funcionar como vetor de redução dessa taxa, já que o índice preocupante apenas engloba pessoas acima de 15 anos, ou seja, exatamente dentro da faixa etária da força de trabalho do país. As vezes para um cabloco desses, trabalhar para viver é mais importante que  estudar. Com um incentivo financeiro para o estudo, ele terá oportunidade de subir de classe social, e aumentando o poder aquisitivo do povão!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom. Quanto ao investimento social, é preocupante a notícia divulgada hoje, de que a taxa de anafalbetismo decresce em ritmo muito abaixo do esperado, apesar do acesso a escola estar mais fácil.<br />
O bolsa família tem ajudado muita gente, e também é passível de falhas conhecidas e divulgadas amplamente, porém, acredito que um projeto semelhante e melhor embasado para evitar falhas que levem a corrupção, poderia funcionar como vetor de redução dessa taxa, já que o índice preocupante apenas engloba pessoas acima de 15 anos, ou seja, exatamente dentro da faixa etária da força de trabalho do país. As vezes para um cabloco desses, trabalhar para viver é mais importante que  estudar. Com um incentivo financeiro para o estudo, ele terá oportunidade de subir de classe social, e aumentando o poder aquisitivo do povão!</p>
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