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Jornal do Brasil um fim anunciado

July 22nd, 2010 Rodrigo Fernandes 1 comment

Em breve o Jornal do Brasil conhecido como JB, irá extinguir sua versão imprensa, passando há existir apenas na versão online e isso marca negativamente a história desse importante meio de comunicação brasileiro que já existe há 119 anos.

Fundado em 1891 por Rodolfo Epifânio de Sousa Dantas, com intenção de defender o regime deposto, o JB ganhou fama por participar ativamente de questões relevantes no país como o apoio a República em 1894 e ao apoio ao golpe militar em 1964, ao publicar no dia 1° de abril deste mesmo ano, um texto de apoio a deposição de João Goulart, então presidente na época.

Na metade de década de 50 uma equipe montada pela condessa Maurina Pereira Carneiro, que fora responsável pela publicação do jornal durante 30 anos, fez com que o JB fosse uma das melhores escolas de imprensa do país. Entre os motivos de tamanho sucesso destaca-se as novidades de paginação criada ainda na década de 50, o que inspirou uma série de jornais mais a frente.

A decadência do Jornal se deu pouco a pouco e começa quando o governo militar, mesmo após o apoio que o JB lhe deu ao conceder o golpe militar em 64, apoio esse depois esquecido por eles ao negarem através de seus generais um pedido de explorar novos mercados de mídia que no caso era o acesso às concessões de TV, além disso, a construção de uma sede gigantesca na Zona da Lepoldina no Rio de Janeiro causou um rombo enorme e sem saída para o jornal.

Em 2001, a família Nascimento Brito arrendou o título do jornal para o empresário Nelson Tanure por 60 anos, renováveis por mais 30. A intenção do empresário, conhecido por comprar empresas pré-falimentares, saneá-las e depois revendê-las, era recuperar o prestígio do jornal. Naquele ano, as vendas do jornal eram de 70 mil em média durante a semana e 105 mil aos domingos. Recuperou-se a partir de 2003, atingindo 100 mil exemplares em 2007, quando então as vendas novamente começaram a cair, chegando a 20.941 em março de 2010.

Em 2005, o JB instalou-se na Casa do Bispo, imóvel histórico e representativo do colonial luso-brasileiro, datado do início do século XVII, que já serviu de sede à Fundação Roberto Marinho.
A partir de 16 de Abril de 2006, começou a circular nas bancas no chamado “formato europeu”, um formato maior que o tabloide e menor que o convencional, seguido por diversos jornais daquele continente.
Em 2008, o Jornal do Brasil realizou uma parceria de digitalização com o buscador Google que resultou no livre acesso em texto completo das edições digitalizadas das décadas de 30 a 90, que podem ser acessadas pelo link Acervo histórico digitalizado do Jornal do Brasil.

Diante de uma crise sem fim, em julho desse ano foi anunciado o fim da versão impressa do jornal, que existirá apenas na internet com acesso exclusivo para assinantes, praticamente um assinado de morte de um jornal que marcou a história do nosso país, cujo sobreviveu a esses 119 anos.

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Andarilhos do maior do mundo

June 23rd, 2010 Rodrigo Souza 5 comments

Manhã chuvosa, eu no caminho da faculdade, já dentro do ônibus, sentado na janela, em um sinal fechado, reparo em um andarilho sentado na esquina.

O curioso sem teto que se abrigava na marquise de uma imobiliária olhava atentamente para o nada, e ria como se lhe contassem uma piada muito boa, coçava seus pés descalços, negros de poeira e calejados de tanto andar que possivelmente não abririam uma feria ao andar sobre cacos de vidro. Talvez conversasse com seu amigo sobre o fato de não ter uma casa, e se abrigava da chuva onde pessoas com posses procuram por suas novas moradas. Talvez nem tenha reparado nisso.

O fato é que, por sorte, esse parecia não ser perigoso, pois hoje no Rio de Janeiro, 95% dos moradores de rua são viciados em drogas, principalmente em crack, e isso os transforma em potenciais assaltantes, sem escrúpulos para conseguir algum trocado e comprar uma pedra.

No meu caminho diário, passo sempre pelo estádio do Maracanã, principal estádio da copa do mundo de 2014 e olimpíadas de 2016. Local que recebe turistas diariamente e terá um fluxo maior durante essas competições, e as vésperas de seu fechamento para obras de reforma, que por sinal ainda nem foram licitadas tendo apenas o edital lançado, a presença de moradores de rua no seu  entorno é grande.

Entre o estádio e o campus da UERJ, inclusive há um monumento que possui andares, que serve como apartamento. Eles escalam a obra e nas pequenas lajes triangulares montam seus acampamentos.

Reparo que eles estão sempre com garrafas plásticas, ou metades de garrafas pet de dois litros, mas não posso afirmar que há drogas, mas seria muita audácia deles consumir a droga ali, a menos de 50 metros de uma cabine de policia, que por sinal, anda sendo motivo de piadas, com dois furtos dentro de delegacias. Alias, alguns dias atrás, vi dois menores, que pareciam estar fora de si, se jogando no meio da rua, e parecendo tacar pedras em ônibus no mesmo local.

Citando o repórter José Ilan, que em seu twitter @joseilan sempre fala:

“ A FIFA não sabe com quem se meteu.”

Porém, espero que ele esteja errado.

P.S.:  Em mais um dia, ao retornar para casa, vi dois agentes da secretaria municipal de assistência social (SMAS) parados na praça citada no texto, e nenhum mendigo. A prefeitura tomou uma ação corretiva, falta ainda ações preventivas, que evitem o surgimento de novos moradores de rua, pois passados alguns dias, novamente a área foi tomada por outros sem-tetos.Também não adianta tomar ações de maquiagem, marginalizando ainda mais essa parcela da população empurrando-as para regiões menos nobres, só para aparecer bonito para o mundo.

Temos potencial para resolver esse e outros problemas com os investimentos que estão e serão aplicados na cidade. O que resta esperar é uma boa vontade do poder publico, honestidade daqueles que nos governa, transparência acima de tudo. Muitos vão rir e dizer que no Brasil isto é utópico, e para aqueles que acham isso, saia da sua poltrona e tome uma atitude. Outubro vem ai.

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Sobre o assunto, saiu hoje no site do O globo a noticia da prisão da detenção de 20 dependentes químicos em frente a UERJ. Matéria completa no link abaixo

http://oglobo.globo.com/rio/mat/2010/06/23/seop-detem-20-dependentes-de-crack-em-frente-uerj-no-maracana-916963646.asp

California Coffee, atendimento nota zero

January 12th, 2010 Leonardo Monteiro 14 comments

Ontem fui ao cinema assistir Sherlock Holmes, entrei na fila, comprei o ingresso tudo muito tranqüilo, desci fui até o Subway e comprei um sanduíche para comer antes do cinema e tive a brilhante idéia de tomar um Vanilla Frozen do California Coffee, ai é que se encontra o problema…  Estou na fila, um calor desgraçado porque pelo que parece ar condicionado nenhum estava funcionando naquele shopping (New York City Center) nem mesmo o do cinema estava dando lá muita vazão, enfim entrei na fila, meu amigo à minha frente faz o pedido, a atendente que devia ter seus 20 e poucos anos começa o dialogo:

-  O senhor tem trocado? Porquê se o senhor não tiver, nada feito, não tem negócio.

Eu não consegui me conter e falei para ela:

-  Como assim não tem negócio? Você está se negando a vender?

- Não senhor, eu não tenho troco então você tem duas opções ou você tem trocado ou nada feito…

- Quem tem duas opções aqui é você, se você não tem trocado você abaixa o preço do seu produto até ter troco ou você pode pegar o dinheiro e ir em algum lugar trocar que eu espero.

- Então nada feito senhor.

- Ok, eu vou embora desse lugar F*@%$.

E assim fui, revoltado, sem conseguir entender como uma pessoa pode ser tão idiota a discutir com o cliente e dizer que o cliente é que tem que ter trocado!!! Como assim? Quer dizer então que a obrigação é do cliente de ter o dinheiro contadinho bonitinho para comprar o que ele deseja e não do vendedor de prover o troco certo, o que muitas vezes já não acontece por colocarem preços de “sacanagem” do tipo: 9,99 reais, esse 1 centavo você nunca vai ver no seu troco, não é mesmo? Mas se você der 9,98 reais ninguém te vende nada.

A verdade é que o California Coffee do New York City Center não verá o meu dinheirinho por um bom tempo. A culpa não é exclusivamente da atendente que é uma idiota mal educada é também do dono da filial que não deu o devido treinamento à sua funcionária.

Quanto ao Subway o sanduíche estava ótimo e o filme muito bom também, recomendo.

Sei que muitos leitores do Caelis.blog.br já passaram por situações parecidas, pois todos passamos por algo do tipo não é mesmo? Contem suas histórias estamos prontos para ouvi-las, aliás, o cliente tem sempre razão não é mesmo? (Ou não? oO)

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Multado na Lei Seca – um balanço do primeiro ano da operação

January 8th, 2010 Rodrigo Souza 8 comments

lei secaEstou com esse post engasgado já tem algum tempo, e aproveito a divulgação do  balanço do primeiro ano da operação lei seca para fazer uma análise profunda, do ponto de vista de um motorista e morador da cidade do Rio de Janeiro. Segundo o site do RJTV , até o primeiro dia do ano, foram abordados 130.347 motoristas, com 10.449 habilitações apreendidas, 640 presos e 25.821 multas no estado. Não sei quanto às outras 25.820 multas, mas uma dela foi causada por um despreparo ou talvez alguma situação particular, um dia infeliz ou qualquer coisa semelhante que levou um policial agir de uma forma opressiva, me aplicando uma multa por “desobedecer às ordens emanadas da autoridade competente de transito ou seus agentes”.

Era uma quarta-feira, e uns amigos estavam se apresentando na final de um festival de bandas em um lugar que não lembro da zona sul. Eu fui de carona e não bebi nada. Na volta, o Antônio, que também escreve no CAELIS, pediu para que eu levasse o carro dele, pois tinha bebido e assim a idéia era evitar problemas com blitz. Chegando na Gávea, próximo a PUC, a blitz estava armada e um policial, com um fuzil, mandou que eu reduzisse a velocidade. Não sei se na Lei seca, todos os carros são parados e os motoristas obrigados a fazer o teste. Numa blitz comum, os policiais param os carros aleatoriamente, observando o comportamento dos ocupantes. Eu parei ainda na rua, o policial abaixou pra olhar dentro do veiculo pelo lado do carona. Levantou-se, e falou algo que foi indecifrável no primeiro momento e que foi entendido por todos no carro como um “pode seguir”, e assim eu estava fazendo até o sujeito praticamente pular no capô com o fuzil apontado para a minha cara e me xingar, dizendo que tinha mandado eu encostar.

Eu tentei argumentar, mas o infeliz quis me aplicar a multa. Fiz o teste do bafômetro e provei que não tinha motivos para furar a blitz. Ainda tentei argumentar com o rapaz que fez o teste, mas nada ele podia fazer. Após liberado, vimos que o túnel que leva a autoestrada lagoa-barra estava fechado e tivemos que contornar o morro pela avenida Niemeyer. Logo na entrada, uma outra blitz. Desta vez não era da Lei seca, mas para busca de drogas e armas, como geralmente são as operações desse tipo da PM. A atitude também foi outra. A abordagem do policial totalmente diferente. Falou pelo lado do motorista, de forma clara, atendendo até com certo bom humor e sem oprimir um cidadão desarmado. Depois de tudo certo, seguimos viagem. A multa chegou na casa do Antônio e devido à falta de tempo de ambos, não consegui recorrer. Hoje estou devendo ao estado e com cinco pontos na carteira.

A matéria do RJTV também fala que a Barra da Tijuca é o lugar com o segundo maior índice de acidentes do município. Mas quando há blitz na avenida das Américas, exceto fim de semana, segundo relatos, ela só é realizada na pista central, ou seja, bêbados que saem do Downtown (um shopping que possui uma grande concentração de bares e restaurantes), se seguirem na pista lateral não serão abordados. Eu, mesmo evitando álcool e direção, prefiro seguir por essa pista, porque é certo que chegarei mais rápido, pois a blitz deixa um engarrafamento considerável.

Do ponto de vista do cidadão, acho que é valido a fiscalização, mas um investimento em treinamento dos agentes e uma boa estratégia na localização das operações seriam bem-vindas. Discutir se a lei é excessiva ou não, já ficou para trás e não vale a pena levantar esse assunto. O que vale a pena discutir é que o cumprimento da lei gerou uma economia de 100 milhões de reais, com a diminuição de atendimentos hospitalares e outros gastos públicos gerados por acidentes de transito. Esse dinheiro poderia ser utilizado para melhoria da saúde ou quem sabe, na operação protesto criada após o surgimento da lei seca, a operação asfalto liso. Basta deixar como argumento que uma rua bem pavimentada também evita acidentes e ajuda o cidadão economizar na conta da oficina mecânica.

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Update:

E-mail recebido de Carlos Alberto Lopes (Coordenador Geral da Lei Seca) com os dados da mesma no ano de 2009.

Abre aspas:

Tenho a grata satisfação de informar que pelo 9o mês consecutivo (dezembro) , conseguimos evitar que 421 pessoas fossem vitimadas no trânsito, com ferimentos, mutilações e/ou mortes. De 1o de abril a 31 de dezembro de 2009, em relação ao mesmo período de 2008, já são menos 3.701vítimas.

IMPORTANTE FRISAR QUE ENQUANTO O RIO DE JANEIRO AO LONGO DESSES 9 MESES VEM DIMINUINDO SIGNIFICATIVAMENTE O NÚMERO DE VÍTIMAS, TEMOS CONHECIMENTO, ATRAVÉS DOS DADOS ESTATÍSTICOS DA POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL, EM RELAÇÃO AOS ANOS DE 2008 E 2009 QUE, NO BRASIL, HOUVE UM AUMENTO DESSES NÚMEROS, A SABER:

JANEIRO A DEZEMBRO:
2008
ACIDENTES: 134.452; FERIDOS: 77.486;  MORTOS: 6.590
2009
ACIDENTES: 151.172; FERIDOS: 88.885; MORTOS: 7.022

OU SEJA: MAIS 16.720 ACIDENTES (12,5%); MAIS 8.399 FERIDOS (11%); E MAIS 432 MORTOS (6,5%).
É O ESTADO DO RIO DE JANEIRO LIDERANDO EM MAIS UM SEGMENTO, ATRAVÉS DE UMA POLÍTICA PÚBLICA, CHANCELADA PELO CHEFE DO PODER EXECUTIVO, EM UMA DAS MAIS GRAVES QUESTÕES MUNDIAIS, QUE FERE, MUTILA E MATA MAIS DO QUE EM GUERRAS, COM CERCA DE 1 MILHÃO E 300 MIL MORTES ANUAIS NO TRÂNSITO, SÓ SUPERADAS PELAS DOENÇAS DE CORAÇÃO E DE CANCER.

GOSTARIA DE INFORMAR-LHE QUE AS MAIORES LIDERANÇAS MUNDIAIS ESTÃO EXTREMAMENTE PREOCUPADAS COM ESTA QUESTÃO, A MAIS RECENTE DELAS, O PRESIDENTE RUSSO, QUE ESTÁ DEFLAGRANDO MEDIDAS DURAS CONTRA AQUELES QUE BEBEM E VÃO DIRIGIR.

A RAZÃO BÁSICA DO ÊXITO DO RIO DE JANEIRO NESSE MISTER É TER ESTABELECIDO A OPERAÇÃO LEI SECA COMO UMA POLÍTICA PÚBLICA DE GOVERNO,  DE CARÁTER PERMANENTE, COM AÇÕES DESENVOLVIDAS TODOS OS DIAS DA SEMANA, QUE VÃO ATÉ O ÚLTIMO DIA DA ATUAL GESTÃO GOVERNAMENTAL, COM O ÚNICO OBJETIVO DE PRESERVAR A VIDA HUMANA; POLÍTICA PÚBLICA QUE FOI OBJETO, INCLUSIVE, DE RECONHECIMENTO PELA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE, QUE A RECOMENDOU PARA DIVERSOS PAÍSES, SOBRETUDO OS DA LÍNGUA PORTUGUESA, O QUE NOS ANIMA E ENVAIDECE NO BOM SENTIDO DA PALAVRA, PORQUE TEMOS CONSCIÊNCIA QUE ESTAMOS PRESERVANDO O QUE HÁ DE MAIS IMPORTANTE QUE É A VIDA HUMANA.

NESSE SENTIDO, GANHA RELEVÂNCIA O APOIO DA MÍDIA, QUE TEM ESTADO AO NOSSO LADO HÁ 9 MESES, DIVULGANDO OS NÚMEROS TRÁGICOS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO NO BRASIL, COM 40 MIL MORTES ANUAIS, E NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, ONDE, EM 2008, 35 MIL PESSOAS FICARAM FERIDAS E 2.500 MORRERAM; NÚMEROS QUE A SOCIEDADE BRASILEIRA NÃO CONHECIA OU NÃO SE DAVA CONTA COTIDIANAMENTE,  NUM PROCESSO DE CONSCIENTIZAÇÃO GRADATIVA E COLETIVA; MÍDIA A QUAL RENDEMOS AS NOSSAS HOMENAGENS E AGRADECIMENTOS POR ESTAR NOS AJUDANDO, VERDADEIRAMENTE A SALVAR VIDAS.

Competindo sem competir

September 24th, 2009 Rodrigo Souza No comments

Todos nós andamos de carro, ônibus, avião, moto, e nem sequer pensamos em como o veiculo surgiu, como foi feito o projeto e quais normas são aplicadas para o tal. Boa parte das normas foram desenvolvidas através das experiências de engenheiros e com isso surgiu a SAE, sociedade de engenharia automotiva, que atualmente é chamada de sociedade dos engenheiros da mobilidade. Quem estuda engenharia, principalmente os ramos de mecânica, materiais e talvez elétrica e eletrônica já deve ter ouvido falar nessa entidade e também sobre seus programas estudantis como o aerodesign, formula SAE e mini-baja SAE.

Esses programas visam levar o estudante a todas etapas do processo de projeto e fabricação de um aeromodelo ou de um carro para asfalto ou offroad e após isso, colocar a prova em duríssimos testes em uma competição entre as faculdades.

Eu tive recentemente a oportunidade de participar de uma dessas competições a de mini-baja e fiquei impressionado com a capacidade inventiva dos futuros engenheiros, a camaradagem e o coleguismo que ocorre entre as equipes e até de alguns juizes da competição. É certo que ali naquele campo de provas está o futuro engenheiro que projetará seu futuro carro ou o avião que levará milhares de passageiros pelo mundo todo , portanto foi uma grande oportunidade de aprendizado e de fazer contatos profissionais. Foram 3 dias de má alimentação, desgaste físico e mental que colocaram a prova também nosso corpo, e no final ter a sensação de dever cumprido, vendo seu projeto andando, funcionando.

Apesar de ser uma competição, a disputa era o que menos importava, algo sem precedentes em outros cursos de graduação, a qual recomendo para quem tiver oportunidade.

Em breve postarei mais informações sobre cada projeto estudantil da SAE e explicando as diferenças e semelhanças.

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