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Taxa de Iluminação no Rio de Janeiro

December 17th, 2009 Leonardo Monteiro 4 comments

Senhores, uma rapidinha para a indignação, o prefeito da cidade do Rio de Janeiro quer que paguemos uma taxa de iluminação pública, agora peraí, já não pagamos o IPTU para isso?

Se você é contra essa barbaridade assim como eu, deixe sua assinatura no abaixo assinado, vamos dizer não a Taxa de Iluminação Pública.

Para deixar sua assinatura contra a taxa: http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/5325

Para saber mais: http://taxanao.blogspot.com/

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Taxa de Iluminação no Rio de Janeiro by Leonardo de Castro Monteiro is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.

CENSURADOS!

September 3rd, 2009 Leonardo Monteiro 4 comments

Hoje (02/09/2009) me deparei com uma notícia alarmante, o senado brasileiro, mais especificamente a  CCJ (Comissão de Constrituição e Justiça) e a CCT (Comissão de Ciência e Tecnologia) aprovaram uma proposta que restringe o livre uso da internet durante períodos eleitorais. Isso quer dizer que os blogs, os portais e qualquer outro tipo de site ficarão impedidos de exprimirem sua opinião sobre qualquer candidato, seja ela qual for.

Detalhe, a proposta foi aprovada por unanimidade!!!

Como um amigo disse “isso é um soco na cara da liberdade de expressão”.

O que está acontecendo em nosso país? É censura pra cá, censura pra lá e nesse meio até o estadão foi censurado! Era de se esperar que conseguissem calar um blog ou outro, como o NovaCorja.org, ou o  Tijoladas do Mosquito pois infelizmente nós blogueiros não temos muito poder, mas o estadão já é demais, um dos maiores jornais do país, CENSURADO!

Eu já havia comentado sobre o assunto em um post meu aqui no dia 20/01/2009, falando sobre a censura na internet, mas agora a censura chega a outro patamar, é a censura offline, já não bastasse a atrocidade que é a censura online, ainda quererem meter a offline para cima de nós!

Estamos regredindo, voltando ao tempo da ditadura, perdendo nosso direito a liberdade, pouco a pouco, daqui a pouco vão voltar com a história do terceiro mandato, vão colocar os militares nas ruas, e sequer pensar poderemos mais. Daí teremos que inventar novos Chicos Buarques, novas UNES ( que hoje não fazem é merda nenhuma!) e começar tudo de novo.

A internet nasceu livre, e livre ela tem de ficar! A constituição brasileira nos da o direito da livre opinião. A justiça nos toma esse direito como se toma doce de uma criança. Não consigo expressar a minha revolta ao escrever esse texto.

Não sei, não faço idéia de que direção o Brasil está tomando, mas parece se aproximar mais da China e do Equador, esses países que adoram uma censura, adoram usar o poder para se tornarem utopicos através do proibimento de propagandas e opiniões contrárias ao “sistema”.

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Creative Commons – A revolução do compartilhamento

August 14th, 2009 Leonardo Monteiro 3 comments

Alguém aqui já ouviu falar em Creative Commons? Acredito que não, muito mal divulgada, porém genial, uma idéia que começou em 2002 e que no Brasil tem o apoio da FGV(Fundação Getúlio Vargas), entre outras fundações.

O que vem a ser Creative Commons? Bom, acredito que todos já ouvimos falar de Copyright, assunto amplamente discutido pela mídia hoje em dia, e que já foi brandamente abordado aqui no Caelis, no post  Filesharing, enfim o Copyright é uma proteção contra cópia e reprodução de conteúdo, a qual todos estamos muitíssimos acostumados, quando alugamos um filme por exemplo, e vemos aquela tela azul dizendo que a copia é proibida, etc. Aquilo é copyright.

Além do copyright temos alguns outros termos como TradeMark, Registered, todos com seus famosos símbolos encontrados em qualquer produto por ai. Não quero perder tempo explicando essas proteções de marcas, todos podem pesquisar sobre elas um pouco, apesar de que no fundo todas dizem a mesma coisa, “TIRA A MÃO É MEU, MEU MEU MEU! NÃO COPIA BABAKA!” como se alguém fosse fazer um grande sucesso copiando o M do Mcdonalds por exemplo, ou criando algo igual a Coca-Cola, pff.

O Creative Commons veio para revolucionar nossa maneira de lidar com o que criamos, deixando explícito o quanto liberamos a utilização de nossa obra. Sim, o Creative Commons é um tipo de licença, na verdade uma ampla gama de licenças diferentes para todo tipo de criação, alguns artistas famosos estão o utilizando incluindo Gilberto Gil e mais recentemente até a FIAT se utilizou da licença para fabricar um carro.

Ok vocês devem estar se perguntando, e daí?

Estamos falando da revolução do tão falado compartilhamento de arquivos, é um passo além da sociedade puramente gananciosa, é um protesto genuíno e romântico em busca do que é bom e verdadeiro, todas as obras protegidas pelo Creative Commons podem ser compartilhadas, como o próprio nome sugere “criações comunitárias”, claro que podemos alterar a licença de várias maneiras, por exemplo: posso decidir se permito que alguém ganhe dinheiro com a minha obra, se alguém pode modificar a obra, caso modifique se essa obra tem que continuar com o mesmo tipo de licença ou não e etc.

Ah, o melhor de tudo, não precisamos pagar nenhum centavo a mais do que gostaríamos de pagar, o sistema é todo baseado no compartilhamento, portanto as pessoas que fazem as criações e as protegem com CC (Creative Commons) não cobram para que utilizemos sua obra de uma maneira ou outra; cabe a nós consumidores decidirmos se a obra vale um pouco de nosso dinheiro ou não, nada melhor que essa liberdade!

Imagine se fossemos ao cinema e só pagássemos pelos filmes que gostássemos, acho que a indústria iria entrar em colapso, ou a qualidade dos filmes iria melhorar, a verdade é que com o Creative Commons temos um leque de possibilidades e conseqüências infinitamente adoráveis pela frente.

Como podem perceber, muitos posts aqui do Caelis já começaram a ser licenciados pela Creative Commons, alguns ainda faltam, mas garanto que todos irão ter suas licenças.

Recentemente o Google implantou em seu sistema de pesquisa de imagens um filtro para achar apenas imagens sob licenças CC. Existe um site de músicas chamado thesixtyone, onde podemos também encontrar músicas sob a licença CC, o movimento tem tudo para crescer, então se você criou algo que deseja compartilhar, utilize-se da licença CC.

Desculpe se sôo um pouco entusiasmado demais com algo que pode parecer banal para muitos, mas como muitos que me conhecem sabem, sou um fã e um defensor incondicional do compartilhamento de arquivos, tudo que precisamos para termos uma sociedade forte e inteligente é compartilhar cultura, conhecimento, tecnologia e o Creative Commons foi criado exatamente com essa finalidade, para que possamos interagir melhor uns com os outros, sem o narcisismo egoísta com o qual todos nascemos.

Viva a revolução. ;)

Para saber mais sobre o Creative Commons no Brasil, clique aqui.

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File Sharing

May 29th, 2009 Leonardo Monteiro 4 comments

O blog está parado há um bom tempo, e acho que precisamos de um boost, bom  não há nada melhor do que falar sobre um assunto polêmico para conseguir esse tal boost, não acham ? Que tal conversarmos sobre File Sharing.

O que é o File Sharing? Muito difundido pelas redes p2p que tiveram sua mais famosa origem no Napster, o File Sharing é o que o próprio nome diz, compartilhamento de arquivos que consiste em pessoas conectadas em uma rede através da internet, na maioria das vezes, compartilhando arquivos que essas possuem.

As grandes corporações se mostram totalmente contra o File Sharing e fazem de tudo para acabar com essa comunidade que está sempre em ascensão. O caso mais recente disso foi o processo movido contra o The Pirate Bay, um tracker de torrent, hoje o mais famoso meio p2p para o compartilhamento de arquivos. Parece que nessa briga a indústria da mídia antiga ganhou, já que os “donos” do site foram condenados à prisão e à pagar uma senhora multa, no entanto o site continua online e funcionando.

Será que realmente a indústria saiu vencedora nesse caso ? Vamos ver, o The Pirate Bay é apenas um dos milhares se não milhões de trackers que existem por ai, e sim, é bem famoso porque é público, assim como o mininova.org também é e continua lá intocado, entre outros e mais outros públicos, sem falar dos privates trackers que são onde a comunidade é muito mais forte. Quanto mais a indústria ataca o compartilhamento de arquivos mais a comunidade fica unida e parece criar um certo sentimento de revolta que só faz crescer ainda mais essa comunidade. Tenho certeza ainda que com toda a atenção da mídia antiga diante desse fato, o The Pirate Bay só teve mais propaganda sem pagar por ela e com isso, muito provavelmente,  o número de usuários do sistema aumentou.

A indústria não entendeu ainda que não é a comunidade que tem que mudar, que o compartilhamento não vai acabar, a indústria não entendeu que ela tem que se adaptar ao mercado muito mais rápido do que vem se adaptando, as invenções eu deixo por sua conta. Eu não quero pagar 50 reais num DVD se eu hoje posso fazer o download de um filme em high-definition de graça, muito menos pagar 30 num CD de musica que eu posso fazer o download de graça com uma qualidade igual ou infimamente inferior, o que pra mim não é problema algum, fora que geralmente os CDs incluem de 3 a 4 musicas interessantes.

As pessoas tendem a tratar o File Sharing como pirataria, mas eu acredito que a pirataria fica caracterizada quando se vende um produto sem legalização, coisa que não acontece nem de longe nos sites de torrent. Ninguém vende nada, é tudo compartilhado, de graça. O sistema se sustenta através de propagandas vinculadas nos próprios sites e de doações de seus usuários.

Esse post no Meiobit fala sobre isso.

Por que a pirataria existe ? Porque são cobrados preços abusivos por conteúdos nem sempre tão bons. Todos sabem que a pirataria, na maioria dos casos, não tem a mesma qualidade de algo original, porém a qualidade é tão infimamente inferior que vale a pena consumir o mais barato, dói menos no bolso. Eu costumo dizer que a pirataria só existe porquê os preços são abusivos, a indústria repete que os preços são abusivos porque a pirataria existe, bom, de uma coisa eu tenho certeza, não é a pirataria que tem que mudar.

Voltando ao File Sharing…

Michael Moore famoso cineasta americano, principalmente por suas críticas contra o governo norte americano e seus documentários, disse em uma entrevista certa vez: “Quando eu compro um DVD numa loja e o empresto para meu vizinho assistir, o meu vizinho não esta pagando por isso, ele está fazendo algo ilegal ?”

Esse é realmente o grande ponto de discussão. Qual é o grande problema em compartilhar? Algumas pesquisas foram feitas nos EUA alguns anos atrás e registraram que as pessoas não pararam de consumir CDs e DVDs  por poderem baixar de graça da internet, ninguém deixa de comprar algo que realmente pensa valer a pena, pois é mais o sentimento de incentivo à quem produz do que o de estar adquirindo algo único.

Vamos agora ao que a indústria não vê ou finge não ver.

Quantas vendas já foram feitas por existirem tais sistemas de compartilhamento ? Será que alguém já fez uma pesquisa desse tipo? Não que eu saiba, mas tenho certeza que muitas vendas já foram feitas graças ao File Sharing, tanto de músicas, filmes quanto de aplicativos, principalmente aplicativos. Eu mesmo que sempre utilizei antivírus pirata agora pago para usar um, não só é claro pela enxeção de saco que é ficar arranjando key, mas também porque finalmente arranjei um antivírus que vale a pena pagar para ter.

Quantos jogos já foram vendidos graças ao p2p ? A pessoa entra na internet, abre seu tracker preferido de games, baixa o game e joga, se não gostar, deleta, no entanto, se ela gostar e o jogo tiver um forte apelo para ser jogado online é bem provável que essa pessoa compre esse jogo para ter uma experiência satisfatória em seu modo online. Um exemplo de sucesso na venda de jogos online é a Valve com seu sistema Steam, um sistema antipirataria que vende jogos por um preço bem barato e que tem sempre promoções diversas para atrair o consumidor.

Sempre que você acessa algum site de tracker privado e faz o download de algum conteúdo, quando você abre o ReadMe acha uma mensagem de incentivo a compra do produto, que geralmente vem escrita da seguinte forma: Se você gostou do produto, compre-o.

Isso parte da comunidade que compartilha os arquivos, porém deveria partir da indústria que deveria lançar full demos que demonstre a total funcionalidade de seu programa para assim atrair o cliente, e não vender um produto às cegas como muitas o fazem.

Eu recentemente adquiri um PS3, e nele existe um sistema chamado PStore onde você tem acesso a demos de jogos, para experimentar e decidir se vai compra-los ou não. Posso admitir à vocês que não há nada melhor do que experimentar o produto antes de comprar, já economizei preciosos Reais utilizando esse sistema. Deixei de comprar alguns jogos que queria porque quando testei não achei tão interessantes quanto na propaganda.

A indústria continua insistindo num sistema velho, e só aquelas que não se atualizaram até hoje continuam abrindo processos contra sites como o The Pirate Bay.

Utilizando as palavras de Michael Moore: Quando empresto um conteúdo adquirido por meios legais para um amigo estou cometendo crime ? Este amigo está cometendo algum crime por consumir o conteúdo sem comprá-lo ?

Se a resposta for não, me expliquem porquê deveria ser proibido ou tratado como ilegal o compartilhamento de arquivos na internet.

Se a resposta for sim, eu desisto.
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Hooligans – Um Problema

February 18th, 2009 Leonardo Monteiro 8 comments

No último final de semana, tivemos clássicos no futebol brasileiro, clássicos regionais, tais como: Botafogo x Flamengo , São Paulo x Corinthians, Cruzeiro x Atlético Mineiro.

Em todos eles as pessoas em volta ou dentro do estádio vivenciaram momentos de tensão devido ao confronto das torcidas organizadas também conhecidas como “hooligans”.

O movimento hooligans ficou famoso na Inglaterra nos anos 1960′ e se intensificou nos anos 1970′s quando mais de 25 casos de “hooliganismo” eram notificados todo ano.

Uma definição para os hooligans seria um grupo de pessoas com interesses semelhantes, por exemplo: torcedores do Vasco, do Flamengo, São Paulo, dispostos a brigar e a praticar atos de vandalismos.

O mais recente ato de vandalismo evidenciado foi no último domingo na partida entre São Paulo x Corinthians onde cadeiras foram arrancadas do Morumbi, bombas detonadas e carros destruídos, houve também confronto com a policia, confronto entre as torcidas e tudo acabou num desastre.

O caso mais sério ocorreu em Belo-Horizonte onde um rapaz foi assassinado a tiros enquanto estava indo para o estádio Mineirão assistir o jogo entre Atlético Mineiro x Cruzeiro.

No Rio de Janeiro na partida entre Botafogo x Flamengo houve confronto em frente a bilheteria 8 do Maracanã, com o trafego numa das rodovias principais em torno do estádio sendo impedido.

A Inglaterra por muito tempo sofreu com esses tipos de gangues, grupos organizados , “torcedores de futebol”( as aspas servem para diminuir esse termo, já que ao meu ver quem vai ao estádio para brigar e não para torcer não pode ser chamado de torcedor de futebol e sim de bandido)  que iam para os estádios brigar, e se não bastasse o estádio brigavam nas intermediações também, como metrôs e praças.

O que foi feito para diminuir as incidências constantes que ocorriam nos jogos? Um estudo detalhado de como os grupos agiam, policiais foram infiltrados nesses grupos de vândalos coletando informações importantes, como nomes, idade, residência, etc. Quando esses integrantes eram presos eram indiciados por Conspiração para cometer Violência ou Conspiração para causar tumulto, porém os policiais eram muito criticados, pois haviam muitas invasões de privacidade injustificadas.

Nos anos 1980′s uma nova abordagem foi feita, continuando com os policiais infiltrados, mas usando policiais uniformizados e equipados com cachorros para conduzir os torcedores visitantes das estações de trem, metrô, ônibus até os estádios, porém mais uma vez os policiais foram criticados, dessa vez por tratarem os torcedores opressivamente.

Câmeras foram instaladas nos estádios, os preços dos ingressos subiram e com os torcedores infratores sendo fichados e impedidos de irem ao estádio novamente, o “hooliganismo” diminuiu.

Nos dias atuais os Ingleses usam uma abordagem mais branda, apenas posicionando policiais em locais estratégicos para prevenirem confrontos.

No Brasil a abordagem é totalmente diferente, senão burra. Estuda-se a proibição dos torcedores visitantes, ou a diminuição da carga de ingressos para eles. Como foi dito no blog do Mauro Cezar Pereira a proibição das torcidas visitantes no estádio iria causar mais problemas que soluções, deixando os torcedores irritados e não acabaria com o problema já que confrontos são agendados até mesmo em dias comuns onde não há jogos.

A diminuição da carga de ingresso também é algo inútil, as torcidas organizadas visitantes não são formadas por 5mil pessoas e sim por 500 ou menos, são esses pequenos grupos que criam toda a confusão.

Para começar a melhorar esse problema, primeiramente teríamos que começar a punir as pessoas que fazem parte dos atos de vandalismo e violência, porque o que acontece hoje é a total impunidade, a mesma que ocorre com os políticos e bandidos comuns é a mesma que incita a continuação da violência nos estádios de futebol.

O uso de inteligência, assim como os ingleses, através das câmeras de circuito-fechado, policiais infiltrados, fichamento dos envolvidos nos delitos e leis especificas para tratar do “hooliganismo” é o caminho mais básico a ser adotado para melhorar a situação atual.

O fanatismo para com qualquer coisa é demasiado ruim, vide a religião e o que ela causa no Oriente Médio, as crenças de Hitler numa raça pura, os próprios hooligans e seu fanatismo por seus times de futebol.

O fanatismo é algo que acontece, não da pra regular isso, mas da pra regular o acesso dos fanáticos a certos lugares, e com certeza é possível regular suas ações através de punições severas, mas estas não podem ser apenas severas num papel, mas tem que ser também severas quando aplicadas.

Assim esperemos que um dia, o futebol volte a ser um programa familiar de domingo, e que não só o estádio de futebol, mas também as ruas sejam um lugar mais seguro.
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